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Cárie: saiba identificar a doença desde o início

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Conheça os principais sintomas e tratamento para a cárie, a doença bucal mais comum entre a população

 

Quem nunca precisou ir ao dentista para tratar uma cárie? A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera que esta seja a doença não contagiosa mais comum em todo o mundo. De acordo com um estudo publicado pelo Journal of Dental Research, em 2016, cerca de 2,4 milhões de pessoas no mundo têm cáries não tratadas.

Apesar de muito habitual, a cárie pode ser facilmente identificada e tratada, se diagnosticada precocemente. E as causas que levam ao aparecimento da doença bucal também são simples de serem evitadas.

O que é a cárie?

Há diversas etapas no processo de desenvolvimento da cárie. Mas a doença nada mais é do que a desmineralização do esmalte dentário, causado por ácidos produzidos por bactérias presentes na boca. Isso pode causar a destruição parcial ou total do dente, provocando dores intensas. Em casos extremos, pode não haver mais tratamento e resultar na perda do dente.

Como identificar?

Existem alguns sinais que podem ser detectados no dia a dia e que, quando associados, ajudam a identificar o ocorrência da doença.

Verificar a ocorrência de manchas e buracos: a desmineralização, causada no dente pela cárie, pode resultar em manchas brancas no esmalte dentário. Em estágio um pouco mais avançado, essas manchas tendem a evoluir para pequenos buracos, que podem dificultar, inclusive, o uso do fio dental. Quando se aloja entre os dentes, o cárie faz com que o fio dental rasgue ao passar pela área afetada. Qualquer mudança na coloração do dente deve ser informada ao dentista.

Sensibilidade ao açúcar e alimentos frios ou quentes: uma cárie em estágio inicial pode não apresentar nenhum tipo de sintoma. Isso dificulta o diagnóstico. Porém, um dente afetado pela doença, geralmente, apresentará sensibilidade maior que o comum. A sensação de dor pode ser agravada com o consumo de açúcar – já que este está entre os principais causadores da doença -, ou ainda alimentos e líquidos mais quentes ou gelados.

Mau hálito: a presença de um mau cheiro na boca também pode ser sinal de cárie. As bactérias que causam o mau hálito penetram nas cavidades da cárie e provocam o odor desagradável, mesmo quando há uma higiene bucal adequada.

Caso sejam identificados estes sintomas, é imprescindível consultar um dentista. Somente o profissional poderá avaliar o quadro e confirmar ou descartar o diagnóstico de cárie e, em seguida, dar início ao tratamento.

Você descobriu que tem cárie, mas morre de medo de dentista? Saiba como superar.

Tratamento

O tratamento dependerá do nível em que se encontra a cárie e do quanto a desmineralização afetou a estrutura do dente. Em casos mais simples e superficiais, uma restauração dentária é suficiente e o procedimento é rápido.

Caso a cárie tenha comprometido a parte central do dente e esteja em processo avançado de progressão, poderá ser necessário um tratamento de canal. Isso ocorre porque a polpa do dente foi atingida de forma irreversível e é necessário, literalmente, cortar o mal pela raiz, extraindo essa polpa – o que equivale a tirar a “vida” do dente.

Ambos são procedimentos simples para eliminar a cárie, que acabam com as dores e o desconforto. Porém, existe uma forma ainda mais eficiente de combate: a prevenção.

Prevenção

Uma boa higiene oral traz múltiplos benefícios. Para que a higienização seja feita corretamente, é necessário uma rotina de limpeza que inclua: escovação, uso do fio dental e de enxaguantes antissépticos. Para escovar, recomenda-se a utilização de um creme dental com flúor. O ideal é que isso seja feito após cada refeição ou, no mínimo, de duas a três vezes ao dia – especialmente, antes de dormir.

Assim, evita-se o acúmulo de placa bacteriana nos dentes, diminuindo as chances de ocorrência tanto de cáries, quanto de outras doenças bucais. Diminuir o consumo de açúcar e ir regularmente ao dentista também são medidas que ajudam na prevenção.

Agora você já sabe o que é a cárie, como identificá-la, tratá-la e preveni-la, é só colocar em prática o que aprendeu. Se você faz parte da maioria da população que sofre com a doença, compartilhe conosco sua experiência aqui nos comentários! E se tem outras dicas, divida conosco também.

 

Leia mais: Como evitar o aparecimento do tártaro

 

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