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Antisséptico bucal capaz de inativar acima de 96% o vírus da COVID-19

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O estudo envolveu uma equipe de 60 pesquisadores da Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo (Bauru), Instituto de Ciências Biológicas da USP, Universidade Estadual de Londrina e Instituto Federal do Paraná, juntamente com o Centro de Pesquisa e Inovação da Dentalclean. População brasileira terá acesso ao produto, aprovado pela ANVISA, a partir de dezembro DE 2020

Inativar a transmissão do vírus da Covid-19 nas vias aéreas superiores do corpo humano é uma das formas mais eficazes de não avançar a doença para as vias respiratórias inferiores. Um grupo de 60 pesquisadores brasileiros da Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo (Bauru), Instituto de Ciências Biológicas da USP, Universidade Estadual de Londrina e Instituto Federal do Paraná, juntamente com o Centro de Pesquisa e Inovação da Dentalclean, se uniu para descobrir, produzir e comprovar a eficácia de uma fórmula de um antisséptico antiviral, com base na tecnologia PHTALOX® (Golden Technology). A solução é capaz de inativar o vírus na cavidade oral (região da boca), impedindo-o de ganhar forças e avançar para o restante do organismo.

Dados em fase de publicação mostram que o antisséptico DETOX PRO teve uma resposta positiva em 96% das amostras testadas, com um protocolo de uso por cinco vezes ao dia durante um minuto, inativando o vírus. Pesquisas similares estavam sendo feitas por outros grupos no mundo, mas é o Brasil que avança com este pioneirismo científico.
O pesquisador Dr. Fabiano Vilhena, Cirurgião Dentista Sanitarista e Doutor em Biologia Oral pela Universidade de Odontologia de Bauru – USP, especializado em desenvolvimento de produto, apresentou a tecnologia PHTALOX® para o Centro de Pesquisa e Inovação da Dentalclean, coordenado por Emerson Rolim, que desenvolveu e testou diferentes fórmulas de antisséptico para que estivesse de acordo com a eficácia e o paladar do consumidor.

Para garantir a comprovação científica, Dr. Vilhena e a equipe do Centro de Pesquisa e inovação Dentalclean levaram cerca de nove meses e envolveu seis etapas de estudos, com a participação de 107 pessoas. Desde março – quando se deram os primeiros casos oficiais de Covid-19 no Brasil – foram concluídos os estudos científicos: laboratoriais, séries de casos e estudos clínicos randomizados triplo cego. Os estudos já foram aprovados, submetidos e ou em fase de submissão em revistas científicas internacionais, e serão publicados nos próximos dias.

Outros dez estudos, dentre eles epidemiológicos, clínicos e de caso controle, envolvendo cerca de 2100 pessoas já foram concluídos ou estão em andamento, com novas publicações dos resultados esperadas para o início de 2021. Todas as pesquisas foram aprovadas pelo Comitê de Ética em Pesquisa em Seres Humanos do Ministério da Saúde e registradas no ReBEC – Registro Brasileiro de Ensaios Clínicos.


Os resultados demonstraram uma rápida recuperação logo no primeiro dia de uso, e os pacientes se tornam assintomáticos em poucos dias, após o início do protocolo de uso do DETOX PRO por cinco vezes ao dia, com bochecho/gargarejo de um minuto.


“A higiene oral com um antisséptico bucal antiviral inativa o vírus na saliva por meio de um composto que ativa o oxigênio molecular. Ao inativar o vírus, o mesmo para de se espalhar pelo organismo. A tecnologia PHTALOX® faz um bloqueio químico na orofaringe e impede a progressão da doença. Existe um caminho que o vírus da Covid-19 percorre. Ao entrar no organismo, ele vai para a glândula salivar, língua, amígdala e vias respiratórias e lá ele replica para o restante do organismo. A doença tem uma rota. Começa pelas vias superiores e vai para inferiores, além de ativar respostas imunológicas por todo o corpo”, explica Dr. Fabiano Vilhena.

Produção e distribuição


Aprovado pela ANVISA, o antisséptico DETOX PRO chegará às gôndolas brasileiras no início de dezembro e teve o apoio do Centro de Pesquisa e Inovação da Dentalclean, que investiu mais de R$ 10 milhões para as pesquisas, desenvolvimento de produto, ampliação da fábrica e aquisição de equipamentos.


A Dentalclean produzirá e distribuirá o DETOX PRO para todo o Brasil. Para o primeiro trimestre, a estimativa de produção é de mais de quatro milhões de unidades mensalmente nas categorias de Antisséptico, Spray Bucal e Gel Dental com tecnologia PHTALOX®. “Em respeito à população brasileira, inicialmente toda produção será ofertada ao mercado interno. Caso haja excedente, o destino será a exportação”, explica o coordenador Rolim.

Segundo ele, o antisséptico DETOX PRO é uma fórmula pensada no consumidor brasileiro, com sabor levemente mentolado, sem ardência, com frescor agradável e sem sensação de álcool. Tudo para atender diferentes idades e perfis de públicos. “É um antisséptico antiviral e antibacteriano para trazer prevenção contra o vírus causador da Covid-19, como também realizar tratamentos de gengivas, conforme orientação odontológica”, explica o coordenador do Centro de Pesquisa e Inovação da Dentalclean.

Evolução das pesquisas


Entre 2018 e 2019, a Dentalclean criou um Centro de Pesquisa e Inovação em parceria com três universidades públicas, tendo como o chefe de pesquisa o Dr. Fabiano Vilhena. Neste período, pesquisas avançadas em doenças ligadas à gengiva foram desenvolvidas. Em parceria com a Golden Technology, o produto tinha a função de ativar o oxigênio molecular e transformá-lo em reativo a fim de eliminar odores. O grupo de pesquisa começou a estudar como tratar o mau hálito e proporcionar uma gengiva mais saudável. As primeiras amostras de estudos se iniciaram com o gel dental e o antisséptico bucal.

Em março de 2020, todos os estudos clínicos foram suspensos pelos Centros de Pesquisas Nacionais e Comitê de Ética do Ministério da Saúde (todo estudo científico precisa ser registrado para validação). Por conta da pandemia, as pesquisas foram integralmente direcionadas para a Covid-19.

Pesquisa 1 – Estudo Laboratorial Inicial

No Estudo Laboratorial Inicial, ao incorporar PHTALOX® num tecido para máscara, duas amostras de pessoas contaminadas, que usaram por um dia, seguiram para laboratório. Um grupo de 10 pesquisadores do Laboratório de Virologia Clínica e Molecular do Departamento de Microbiologia, Instituto de Ciências Biomédicas, com apoio do Instituto de Química, ambos da Universidade de São Paulo, com base na observação de efeito citopático e carga viral por RT-PCR, foi concluído que o efeito biocida da máscara em contato com o PHTALOX® apresentou uma redução na carga viral de 98,75%. Foi a primeira conclusão para avançar nos testes.

A hipótese é que o efeito acontece quando o PHTALOX® toca a superfície do vírus e o inativa. Atraído pela camada externa do vírus, o PHTALOX® anula o mesmo. Com isso ele deixa de ser um vírus vivo.

A partir do primeiro estudo laboratorial comprovando a atividade antiviral, envolvendo o Centro de Pesquisa & Inovação da Dentalclean, indústria brasileira de produtos de Higiene Bucal, a linha DETOX PRO com tecnologia PHTALOX® de Higiene Bucal foi desenvolvida. Assim, o antisséptico bucal passou a ser objeto de estudos para garantir sua eficácia e segurança.

Pesquisa 2 – Estudo 1 de Série de Casos

Entre abril e agosto de 2020, se deu o Estudo 1 de série de casos, feito por oito pesquisadores da Faculdade de Odontologia de Bauru (USP). Foram envolvidos 14 pacientes (das regiões de São Paulo: Vale do Paraíba e Noroeste do Estado), com teste positivo para Covid-19 e sintomatologia inicial, acompanhados diariamente por 14 dias, e apresentaram rápida recuperação após o uso do protocolo de bochechos PHTALOX®, com redução de sintomas como dor de garganta, úlcera bucal (afta) e tosse. Esses pacientes tornaram-se assintomáticos após alguns dias de uso do antisséptico bucal, sem necessidade de internação, somente com a associação com o uso dos protocolos da OMS, que não reduz com esta velocidade os sintomas, mais o uso de PHTALOX®, que mostrou resultados impressionantes. Artigo pré-aceito para publicação em base de dados internacional.

Pesquisa 3 – Estudo 2 de Série de Casos

Na primeira semana de julho 2020 a agosto 2020, com base no Estudo 1 de Série de Casos, foi realizado o Estudo 2, e os pacientes – testados como positivos para Covid-19 e que tiveram úlceras bucais (sintomas de afta), ou seja, 40% dos indivíduos tiveram as úlceras bucais – apresentaram rápida recuperação após o uso do protocolo de bochechos PHTALOX®, com redução das aftas após poucos dias de uso de antisséptico.

O desenvolvimento de úlceras bucais é relatado na literatura como um dos sintomas da Covid-19, possivelmente associado a baixa imunidade do paciente.

Artigo submetido à uma revista inglesa.

Pesquisa 4 – Estudo Clínico Randomizado Triplo Cego

Com início em agosto, o Estudo Clínico Randomizado Triplo Cego é considerado um dos mais relevantes em toda fase de pesquisa pelo seu rigor metodológico. Este estudo, envolvendo o Centro de Pesquisa da Faculdade de Odontologia de Bauru (USP) e o Hospital Estadual da cidade, contou com 18 pesquisadores.

Foram selecionados 91 pacientes voluntários para participar da pesquisa, internados no Hospital Estadual de Bauru por sintomas de Covid-19. 50 deles tiveram resultado de RT-PCR negativo, apesar de estarem internados com sintomas, mas negativaram no teste da Covid-19 e foram excluídos.
Os 41 pacientes hospitalizados com RT-PCR positivo com grau leve e moderado da doença, sem estarem internados em Unidade de Tratamento Intensivo (UTI), foram divididos em 2 grupos: Antisséptico Bucal Ativo (PHTALOX®) e Antisséptico Bucal Placebo (água + sabor + corante).

A amostra do grupo ativo era em média mais idosa que o grupo placebo. Ambos os grupos fizeram o uso dos mesmos medicamentos para tratamento da Covid-19, diferindo apenas em relação ao antisséptico bucal. Uma vez que a literatura científica mostra uma tendência de que pacientes mais novos tenham alta mais rápida do que os mais idosos, portanto, esperava-se que o grupo placebo fosse se recuperar mais rápido. Entretanto, a amostra ficou quase o dobro do tempo internada a mais que os indivíduos que usaram o PHTALOX®. Outro resultado que surpreendeu os pesquisadores está relacionado à severidade da doença. Dentre os indivíduos que usaram o placebo, 1/3 (um terço) precisou de internação em UTI por estado grave, e destes metade foi a óbito. Já no grupo que usou o protocolo com o PHTALOX®, nenhum paciente precisou ser encaminhado para a UTI e muito menos foi a óbito.

Pesquisa 5 – Estudo Clínico Atividade Virucida

Outro estudo se deu entre agosto e setembro, também com os mesmos 18 pesquisadores do Centro de Pesquisa da Faculdade de Odontologia de Bauru (USP), e concluído em outubro. No Estudo Clínico Atividade Virucida, elaborado com base na observação e comparação com resultados de RT-PCR (exame que identifica o vírus e confirma a Covid-19) na saliva entre os grupos placebo e PHTALOX®, encontrou-se os resultados de que todos os indivíduos que usaram o PHTALOX® tiveram sua carga viral de SARS-CoV2 negativada na saliva, o que não aconteceu com o grupo de indivíduos que usaram bochechos e gargarejos do placebo.

Dados de mais 30 pacientes (cerca de 150 amostras) estão sendo tabuladas e existe a previsão de uma publicação dos resultados da diferença de carga viral desta amostra para janeiro de 2021. Resultados preliminares corroboram com os resultados clínicos previamente encontrados.

Pesquisa 6 – Estudo Laboratorial PHTALOX® Antisséptico Bucal

Entre setembro e outubro, o Instituto de Ciências Biológicas (USP) elaborou o Estudo Laboratorial PHTALOX® Antisséptico Bucal. Com base na observação de efeito citopático e em comparação com resultados de RT-PCR, foi observada uma redução significativa de carga viral (acima de 95%). A concentração utilizada no antisséptico bucal não apresentou citotoxicidade (não mata células vivas e não agride o organismo) na observação ao microscópio e após coloração. A ANVISA recomenda baixa ou nenhuma citotoxicidade.

Próximas fases das pesquisas

Entre os meses de novembro e março, as pesquisas passam a envolver outras instituições. Espera-se que ao final dos estudos sejam publicados mais 10 artigos.

Centro de Pesquisa – Departamento de Farmácia/Imunologia e Hospital Universitário da Universidade Estadual de Londrina


15 pesquisadores estarão envolvidos, entre novembro e março, com dois estudos:


Uma pesquisa irá acompanhar os casos de Covid-19 nos profissionais de saúde do Hospital Universitário de Londrina (PR). Participarão deste estudo 100 profissionais de saúde que receberão dois produtos de DETOX PRO (600ml) para uso em 60 dias. Previamente, todos deverão constar o teste negativo de IGM e IGG, ou seja, não podem ter tido contato com o vírus.

Após 30 e 60 dias, uma nova coleta será feita para novos testes de IGM e IGG. O objetivo desta fase de estudo é entender se a pessoa teve contato com o vírus, mas não desenvolveu os sintomas e teve resposta imunológica positiva com o uso do DETOX PRO.


Em outra pesquisa também nas dependências do Hospital Universitário de Londrina está sendo avaliada a eficácia do antisséptico bucal DETOX PRO individualmente, ou em associação com o spray nasal, contendo PHTALOX® nos parâmetros clínicos e na carga viral em pacientes infectados pelo SARS-CoV-2. Neste estudo participam 45 pacientes com PCR positivo para o novo vírus.

Instituto Federal do Paraná


Entre novembro e dezembro, 10 pesquisadores estarão envolvidos em dois estudos epidemiológicos com 500 pessoas – com uso do produto e com placebo, avaliando como será a evolução da doença em 14 dias (estudo finalizado em fase de tabulação dos dados); amostra em carga viral com o uso do gel dental PHTALOX® – em fase final.

Faculdade de Odontologia de Bauru


Também estão sendo conduzidos mais duas pesquisas:
Na segunda quinzena de novembro, teve início um estudo epidemiológico com 1.300 habitantes do município de Bauru (São Paulo), em parceria com a Secretaria da Saúde e a Faculdade de Odontologia local. Todos os moradores receberam dois lotes de produtos, de 600ml, para uso por 60 dias. A pesquisa pretende entender como vai desenvolver a doença na cidade neste período.

Nove pesquisadores dedicados ao local acompanharão a cidade e seu comportamento de contágio e imunidade positiva. Os habitantes receberão acompanhamento e terão monitoramento do estado de saúde semanalmente.

Em outro estudo, supervisionado pelo Centro de Pesquisa da Faculdade de Odontologia de Bauru, 100 profissionais de saúde do Hospital Estadual da cidade receberão dois produtos de DETOX PRO (600ml) para uso em 60 dias. Previamente, todos deverão constar negativo para os testes de IGM e IGG, ou seja, não podem ter tido contato com o vírus. Após 30 e 60 dias, uma nova coleta será feita para novos testes de IGM e IGG. O objetivo desta fase de estudo é entender se a pessoa teve contato com o vírus, mas não desenvolveu os sintomas e teve resposta imunológica positiva com o uso do DETOX PRO.

Sobre o líder de Pesquisa – Dr. Fabiano Vieira Vilhena
(http://lattes.cnpq.br/5374634380040959)

Possui graduação em Odontologia pela Universidade Federal de Alfenas (1996), especialização – APCD-SJC (2003) e mestrado em Odontologia em Saúde Coletiva pela Universidade de São Paulo (2005), doutorado em Biologia Oral pela Faculdade de Odontologia de Bauru – USP (2009) e pós-doutorado em Ciências Biológicas pela Faculdade de Odontologia de Bauru – USP (2018). Atua há 24 anos na área de Saúde Coletiva, com experiência em PD&I – Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação em Tecnologias para a Saúde.

Sobre o DETOX PRO/ PHTALOX®

Desenvolvido pela Dentalclean – indústria 100% brasileira com o propósito de promover a saúde bucal – e aprovado pela ANVISA em outubro de 2020, o DETOX PRO é uma solução completa antivírus, antibactérias e antifungos.

O DETOX PRO de 600 ml será distribuído nacionalmente, por meio das redes de varejoalimentar, farma e cash in care, como também no varejo eletrônico. Com sabor agradável e levemente mentolado custará em torno de R$ 30. O lançamento do gel dental e spray bucal com os mesmos objetivos está previsto para 2021.

Sobre o PHTALOX®

Trata-se de um composto inovador, especialmente desenvolvido a partir de ftalocianinas, as quais são conhecidas por possuírem ações antimicrobiana, antiinflamatória e antitumoral. O PHTALOX® promove a formação de oxigênio reativo a partir do oxigênio molecular. O desenvolvimento do PHTALOX® e aplicação em uma linha de cuidados com a saúde bucal começaram há cerca de dois anos por meio de uma parceria entre as empresas Golden Technology, Dentalclean e TRIALS – Saúde Bucal & Tecnologias.

Neste período, surgiram as primeiras versões dos produtos de higiene bucal contendo a tecnologia. A partir de então, os estudos de validação do PHTALOX® foram iniciados com apoio do Instituto de Ciências Biológicas (USP), onde os primeiros resultados antimicrobianos em laboratório foram comprovados mediante o uso de gel dental e antisséptico bucal contendo o PHTALOX®. As pesquisas eram direcionadas para conter e tratar o mau hálito, tártaro, gengivite, aftas e contribuir com cicatrizações. Findada as etapas iniciais, os estudos foram direcionados para ensaios clínicos aprovados em Comitês de Ética e Pesquisa com Seres Humanos. O PHTALOX® obteve respostas positivas quando usado em tecido de máscara e inativa o vírus para quem a estivesse usando.

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Fabiano Vilhena

Possui graduação em Odontologia pela Universidade Federal de
Alfenas (1996), especialização - APCD-SJC (2003) e mestrado
em Odontologia em Saúde Coletiva pela Universidade de
São Paulo (2005), doutorado em Biologia Oral pela Faculdade
de Odontologia de Bauru - USP (2009) e pós-doutorado em
Ciências Biológicas pela Faculdade de Odontologia de Bauru
- USP (2018). Atua há 24 anos na área de Saúde Coletiva, com
experiência em PD&I - Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação em
Tecnologias para a Saúde.

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